Após 15 anos dos primeiros casos de uso de porcelana realizados na clínica, constatou-se que o índice de sucesso do Ateliê Oral foi ainda maior do que os números apontados na pesquisa norte-americana, liderada pelo professor M. J. Friedman, da University of Southern California School of Dentistry, em Los Angeles.

Iniciado em 1983, o estudo avaliou as condições das porcelanas após 15 anos em 3.500 pacientes com esse tipo de intervenção. Concluiu-se que 93% permaneciam em bom estado.

A prova do elevado índice de sucesso nas restaurações do Ateliê Oral está registrada nos casos apresentados no livro A Arquitetura do Sorriso, no qual foram publicados os resultados desse procedimento em clientes que estavam perto de completar 10 anos ou mais com laminados de porcelana.

A experiência adquirida pelo Ateliê Oral desses anos de atividade tornou o tratamento ainda mais longevo, uma vez que a técnica evoluiu significativamente e continuará sempre evoluindo.

Para garantir ainda mais a durabilidade das porcelanas, recomenda-se manutenção preventiva, que é semelhante à convencional, com algumas diferenças. Não se deve, por exemplo, aplicar jato de bicarbonato, que deixa a superfície da porcelana porosa, fragilizando o material e facilitando o surgimento de placas bacterianas. E a raspagem deve ser realizada com curetas delicadas em movimentos específicos para não danificar os laminados.

No Ateliê Oral, a manutenção é feita com auxílio de microscópio operatório, por proporcionar maior visibilidade e segurança ao procedimento. Em casa o cliente precisa apenas seguir com rigor as orientações de escovação – incluindo uso diário de fio dental – e visitar o dentista de em média duas vezes por ano.

Depoimentos de quem tem restauração com
laminados de porcelana

  • Sempre fui extremamente sensível à dor, a ponto de sofrer para tirar a cutícula das unhas e às vezes até mesmo para fazer um simples penteado, por conta dos “puxões” de cabelo. Por já ter um certo trauma com relação a isso, tão importante para mim quanto conquistar um sorriso harmonioso foi não ter sentido um pingo de desconforto durante todo o tratamento, que incluiu o uso de facetas de porcelana para dar volume aos caninos e a aplicação de fragmento para corrigir um dente torto. Outro motivo de satisfação para mim é que, passados oito anos, só precisei voltar ao consultório para fazer limpeza, nunca para ajustes ou consertos. Por isso a gente fica com a sensação de que vale muito a pena apostar no trabalho do Ateliê Oral: ótimos resultados sem sofrimento.


    Juliana Camargo, apresentadora
  • A troca do dente-de-leite pelo permanente foi traumática para mim, pois os dentes centrais nasceram manchados. Como eu era criança, acabei me conformando com a justificativa de que o problema era a falta de cálcio, mas meu sorriso se tornou contido. Quando completei 18 anos, decidi dar um basta naquele sofrimento. A solução adotada na ocasião foi a resina, que transformou o que era feio em algo apenas “bonitinho”, além de visivelmente artificial. Para minha sorte, em 2003 conheci o Ateliê Oral, que substituiu toda a resina por porcelana e fez algumas correções na minha gengiva. O resultado foi incrível: minha autoestima melhorou 300%, pois os amigos e familiares diziam que eu estava mais bonita sem saber apontar exatamente o que havia mudado em mim. Os trabalhos como modelo aumentaram significativamente, inclusive para a televisão. E, o mais importante de tudo, fiquei totalmente à vontade para dar muitas gargalhadas!


    Ester Campos, modelo e cantora
  • Meu problema no dente da frente era milimétrico, literalmente, mas suficiente para deixar meu sorriso meio torto nas fotos de perfil. Isso me incomodava tanto! Por isso, quando procurei o Ateliê Oral, há 12 anos, eles não só corrigiram esse defeitinho como também deixaram os quatro dentes da frente alinhados e mais harmoniosos. De lá para cá, a única diferença que percebo é com relação à cor dos laminados, que já não estão mais tão branquinhas como no começo. Mas isso não é problema – afinal, agora elas estão ainda mais parecidas com os outros dentes e ninguém diz que passei por qualquer tratamento. Esteticamente falando, essa foi uma das melhores coisas que fiz, não só pelo belo resultado, mas também pela facilidade na manutenção.


    Janna Palma, modelo
  • Nos últimos dez anos me recordo de ter pensado nos laminados apenas em dois momentos. O primeiro foi logo depois do tratamento, quando voltei a gravar o programa de tevê. Como nada escapa da telinha, fiquei com receio de as pessoas notarem a diferença. Mas, para minha surpresa, ninguém comentou sobre os meus dentes. Diziam apenas que algo estava diferente no meu rosto, mas não sabiam o quê. A segunda vez foi em 2010, quando eu havia acabado de ser mãe e, por causa do cansaço e dos cuidados com o bebê, não conseguia fazer a higienização bucal adequadamente. Mesmo assim não houve nenhum problema com os laminados e tudo se resolveu com a limpeza realizada no consultório. Percebi também uma leve alteração na cor. Mas, como os dentes de verdade também escureceram com o passar do tempo, o resultado continua natural e harmonioso.


    Juliana Locatelli, jornalista